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Leandro Dias; estudante; poeta devez(enquando)






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CRÉDITOS




Espetáculo



Sou ator de mim mesmo
E da plateia
Sou o único a aplaudir
Minha real interpretação.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 13h08
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Lógica


Como poderia ser:
Ler e escrever
Crescer e ter
Aborrecer e ser
Desenvolver e crer
Sofrer e colher
Sem ao menos sorrir?

Isso não seria viver.

Leandro Dia



- Postado por: Leandro às 20h08
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(Des)Culpa

Atos impensados
Impregnados na mente
Consomem energia
Que antes sorria

Queria apagar tudo
Num delete rápido
Deixar em branco
O papel amassado

Parece que sei o que fiz
Porém, o pior é sentir
O que também fizeram
Sem ter como redimir

Acordarei meu coração
E lhe darei água com açúcar
Para acalmar o susto
Que ainda assusta.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 17h03
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Seria Assim...


Tão terna e sincera
Tão forte com donos fracos
Tão puro com prudentes olhos
Seria assim...

Com pequeno grande coração
Com verdades de sim e de não
Com perfeitos gestos que podem errar
Seria assim...

Tudo que preenche
Que se falta a dona, dói.
Se falta gestos, corrói.
Seria assim...

Séria e moderna
Antiga e discreta
Não faltar nada
Nada além, assim.

Seríamos tolos, crianças, adultos, amados e gratos.
Que a falta padece a alma
Que nem a morte podemos comparar.
Seria assim...

Ela está dentro de mim
É a amizade por ti.
Sempre terá.

Por Adna Santos

A Leandro Dias

Em 26/03/06.

 



- Postado por: Leandro às 13h22
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Ao Vento

Uma poesia.
Sai suave
Do imaginar

Soa leve
Em sonhos
No rabiscar

Poesia lida
É vento a uivar.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 23h14
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Em Cantar



Eu cantava uma música
Uma música
Mal cantada
Uma música
Mal vestida de som

Algo sussurrado
Pedindo dor
Algo não melódico
Fugindo do tom

Quando melhorar
Quero cantar uma música
Tocada com o violão de meu corpo
Que só eu sei as notas

Quero encantar os que choram
Quero chorar os que encantam
No meu cantar
Na minha voz
Na música

Que hoje não faço
Desfaço
Que hoje não saio
Ensaio

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 17h58
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Alvo

Um ponto e meio
Na ponta do lápis
Aponta para o alvo
Desaponta no resultado

Um ponto e meio
Era o que restava
Para um ser amado

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 15h56
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NATAL

O DESPERTE... deseja um Feliz Natal a todos.

Que o Mestre Jesus possa nascer sempre em nossos CORAÇÕES.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 14h41
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Surpresas Coloridas



Mundo estranho
De choros e desesperos
De fome e miséria
De mortes rápidas e trágicas
De dor...

Passaria como pesadelo
Já que tenho todos os sonhos
Guardados na caixa
De surpresas coloridas

Abro e refresco o mundo
Numa chuva de verão
Ensolarada.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 17h27
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Choram as horas

Minutos passam
Choram as horas
sem explicação

Por que é assim?
Algo sem noção.

Sou um completo
De vezes incompleto
Tão complexo:
Quero um isso
Do aquilo
Sem explicação.

Choram as horas
Minutos passam
No tic tac de coração
Atrasado.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 00h41
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Em Cores

5 anos do DESPERTE... Singular

E pintado POESIAS

Das mais diversas cores

Representando um só SENTIMENTO.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 20h32
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Em comemoração aos 5 anos do DESPERTE... segue um curta belíssimo.

PASSO

Bom filme!

Texto ou imagem do link aqui



- Postado por: Leandro às 01h40
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O DESPERTE... esse ano completa 5 anos.
C.I.N.C.O anos de poesia SINGULAR e RICA
em sentimentos íntimos e VERDADEIROS.

Muitos anos de POESIAS ao DESPERTE...

“Abro os olhos: a claridade.
Sorrio poesias”

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 22h59
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No Alto de Mim


Subi o mais alto de mim
No balão azul das emoções.
Não enxerguei um palmo
Do chão de minha razão

Sorri e chorei simultaneamente
Que nem tempo tive
De descer
Do alto que cheguei

Agora, desço devagar
Até tocar a palma de meu pé
No solo firme
De um eu só
Coeso e decidido

Guardo o balão azul da emoção
Para resgatar a minha felicidade
Em apuros.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 12h56
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Todos os Sentidos

A cabeça pensa que sabe.
Se sabe, não fala
O que diz a boca
Que nessa hora se cala.

O ouvir da expressão dolorosa
Cede o ouvido
Numa invasão
Em mão única
Contra-mão.

Os olhos piscam,
Gravam,
O corpo a dançar
Desritmado, explosivo
Gestos sem rimar.

O olfato inspira fundo
E solta no ar
Um odor fétido
De quem desaprendeu a sonhar.

A cabeça pensa que sabe:
Falar, calar,
Ceder, piscar,
Dançar e rimar...

Na hora exata
Aprende a gritar.

Leandro Dias



- Postado por: Leandro às 11h17
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